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sábado, 20 de junho de 2015

Estratégias para favorecer a aquisição da linguagem de crianças com Autismo/TEA


As dificuldades comunicativas e de linguagem estão entre as principais características do autismo. O uso restrito de funções comunicativas, a tendência a brincadeiras repetitivas, a dificuldade de atenção conjunta e o pouco interesse em interagir com as pessoas são alguns fatores que dificultam a aquisição da linguagem.

Pensando nisso, é fundamental buscar estratégias que visem ampliar a funcionalidade da comunicação, aumentar a freqüência dos comportamentos comunicativos intencionais e ampliar os meios e recursos pelos quais a criança se comunica.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Imagens para Comunicação Suplementar Alternativa





Desde que publiquei sobre os benefícios da Comunicação Alternativa (CSA) muitas pessoas vieram me perguntar sobre onde conseguir imagens para a construção das pranchas de comunicação e como confeccioná-las.
Pensando nisso resolvi disponibilizar alguns materiais que podem ser utilizados para iniciar a implementação desse recurso.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Como identificar alunos com atraso na fala



Durante a aquisição da linguagem a criança passa pelo que chamamos de processos fonológicos, em geral caracterizados pela simplificação da fala do adulto como as trocas de sons e as omissões.
Estes processos vão sendo superados à medida que a criança adquire maior domínio linguístico, mas quando são incompatíveis com a sua idade e dependendo do tipo de "troca" que ela realiza é necessário uma avaliação fonoaudiológica para identificar as causas desse desvio.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Autismo e o Atraso na Fala


O atraso na fala é um dos sinais mais comuns do autismo, entretanto, nem todo atraso de fala indica a presença de um transtorno do espectro autista (TEA). 
Recentemente encontrei uma matéria no site "Love to know" que chama a atenção para a importância do diagnóstico diferencial entre o atraso de fala decorrente do TEA/autismo e outros fatores que podem acarretar este atraso. 
Este artigo destaca que o autismo frequentemente está relacionado a atrasos significativos no desenvolvimento, além das dificuldades de comunicação e interação social.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Benefícios da Comunicação Alternativa


A utilização de um sistema de comunicação alternativa (ou CSA) é capaz de gerar inúmeros benefícios às pessoas que apresentam dificuldades em se comunicar através da fala, pois favorece a interação com outras pessoas permitindo trocas dialógicas importantes ao funcionamento da linguagem.

No trabalho fonoaudiológico irá favorecer o uso da linguagem através dos símbolos, associados a olhares, gestos e vocalizações que permitirão ao fonoaudiólogo interpretar aquilo que o paciente deseja comunicar e ampliar o uso das diferentes funções comunicativas. 

Este sistema não inibe a fala e não precisa ser a única forma de comunicação utilizada, mas pode ser um importante recurso para a aquisição e ampliação da linguagem de pessoas com Paralisia Cerebral, Autismo, Síndrome de Down, Afasia, Apraxia Verbal, entre outras. 


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Três aplicativos para estimular a Linguagem

Muito tem sido falado sobre o uso de aplicativos para favorecer o desenvolvimento de algumas habilidades em pacientes com autismo, deficiência intelectual, entre outras. 

Tais recursos podem e devem ser usados para que estas habilidades sejam desenvolvidas, mas é importante ter uma ideia clara de qual o objetivo de oferecê-los às crianças. 

Alguns destes aplicativos permitem trabalhar aspectos importantes ao desenvolvimento da linguagem (desde que direcionados pelo adulto) como:

Troca de turnos comunicativos: Minha vez, sua vez; 
Conceitos: grande/pequeno, encima/embaixo, etc...
Nomeação: Frutas, animais, objetos, cores, etc...
Letramento: Identificar nomes de animais e objetos; Escrever com letras móveis; 
Percepção auditiva: Som dos bichos, músicas, etc...
Percepção visual e espaço temporal: Quebra cabeça, mesmo objeto em diferentes tamanhos. 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A Fala e a Linguagem em crianças com Síndrome de Down



O atraso na aquisição da fala e linguagem é um dos maiores desafios das crianças com Síndrome de Down uma vez que as habilidades linguísticas não acompanham o as outras habilidades cognitivas.

Em crianças com o desenvolvimento típico de linguagem as primeiras palavras surgem por volta dos 12 a 18 meses. Algumas crianças com Síndrome de Down começam a utilizar as primeiras palavras por volta dos dois ou três anos, mas em geral este desenvolvimento é mais lento, podendo começar até os cinco anos. 

Apesar do atraso, estudos indicam que o desenvolvimento da linguagem na Síndrome de Down segue as mesmas sequências do desenvolvimento típico de linguagem. 

Entretanto  existe uma grande variação das habilidades linguísticas entre estas crianças, sendo possível que crianças da mesma idade apresentem um domínio diferente destas habilidades. No geral a compreensão se desenvolve melhor do que a expressão.  


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aproveite o que o seu filho pode te oferecer!



Recentemente conversando com a mãe de um paciente, (hoje um adolescente) que apresenta algumas alterações de fala como sequelas de paralisia cerebral, sobre a ansiedade, comum nas mães de crianças com atraso no desenvolvimento, seja ele um atraso simples ou decorrente de algum quadro maior, ela me disse o seguinte: 

"Se eu pudesse dar um conselho a essa mãe diria pra aproveitar o seu filho, suas conquistas, brincar com ele, aproveitar o que ele pode oferecer hoje." 

É comum que no dia a dia, as mães fiquem tão preocupadas em estimular, treinar, fazer exercícios, levar aos tratamentos que não conseguem aproveitar os momentos com seus filhos, de forma prazeirosa. 


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Exploração sensorial e Aquisição da Linguagem


Para que seu filho aprenda novas palavras e seja capaz de nomear objetos é preciso que ele explore estes objetos, sua forma, seu uso, sua função e várias outras características. 

Essa exploração irá ajudá-lo a criar representações simbólicas sobre determinado objeto, ou seja, antes de aprender a nomear a bola ele irá descobrir que se jogar a bola ela irá rolar, irá observar a sua cor, tamanho, textura o barulho que faz quando cai... 


domingo, 25 de maio de 2014

Meu filho tem 2 anos e ainda não fala, isso é normal?


As primeiras palavras surgem por volta de 1 ano a 1 e meio. Em geral são palavras importantes para a criança, frequentes em seu cotidiano como mamãe, papai, vovó... Por volta dos 18 a 24 meses a criança já é capaz de dizer cerca de 50 palavras.  

Por isso, se aos dois anos o seu filho ainda não fala, ou fala muito pouco, é importante procurar a orientação de um fonoaudiólogo especialista em Linguagem para que seja investigada a causa deste atraso e avaliar a necessidade de iniciar uma intervenção precoce. 


domingo, 18 de maio de 2014

Contextos sociais e Desenvolvimento da Linguagem

Há alguns dias enquanto aguardava uma colega de trabalho em frente a uma cafeteria me chamou a atenção a voz de um pai conversando com seu filho: 

- "Olha filho, o macaco!" 


O menino estava nos ombros do pai, e procurava pelo tal macaco. Não segurei a curiosidade e rapidamente olhei para onde o pai apontava. O pai, de forma paciente, continuou apontando para os fios de energia elétrica, onde um macaquinho, um mico eu acho, andava.

Esse episódio me fez pensar sobre o quanto essas situações do dia a dia, em que criança e adulto tem um foco de atenção compartilhada e podem conversar sobre um contexto específico são fundamentais ao desenvolvimento de linguagem infantil. 



sábado, 26 de abril de 2014

Animal Farm Memory - Memória, Percepção auditiva e Vocabulário


Há algum tempo decidi iniciar uma sessão no blog com ideias de jogos e brincadeiras e hoje resolvi compartilhar minhas impressões sobre o jogo Animal Farm Memory. 

Como o próprio nome diz, um jogo da memória com o tema de animais da fazenda que além de estimular concentração e memória como num jogo da memoria tradicional, permite trabalhar o vocabulário infantil. 

Ao encontrar o "par correto" o jogo reproduz o som do animal, o que é uma forma interessante de estimular a percepção auditiva da criança. 


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Autismo e Fonoaudiologia




Devido às grandes dificuldades comunicativas das crianças com Autismo, especialmente no desenvolvimento da linguagem, a intervenção fonoaudiológica é imprescindível para o tratamento precoce dessas crianças.
Os objetivos da intervenção fonoaudiológica variam  de acordo com as características de cada criança, mas de uma forma geral busca ampliar a funcionalidade da comunicação, aumentar a freqüência dos comportamentos comunicativos intencionais, estimular a compreensão e a expressão verbal, proporcionar novos contextos de comunicação e auxiliar na inclusão da criança na escola e na sociedade.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Atendimento Fonoaudiológico Pós AVC



As incapacidades decorrentes do AVC afetam a vida do paciente e de seus familiares mais próximos.

Entre elas está a Afasia, a perda da comunicação decorrente de uma lesão cerebral causada em certas porções do cérebro que controlam as habilidades da linguagem como ler, escrever, entender, falar ou calcular números, comprometendo a expressão e/ou a compreensão da linguagem, em maior ou menor grau.
O tratamento fonoaudiológico irá auxiliar o paciente na reconstituição da sua linguagem, garantindo a ele e à sua família maior qualidade de vida.


Mais informações aqui:
http://fonoemfoco.blogspot.com.br/2010/05/terapia-fonoaudiologica-apos-avcave.html
http://fonoemfoco.blogspot.com.br/2012/06/algumas-orientacoes-familia-do-sujeito.html


Referências: 

Avaliação de linguagem e de deglutição de pacientes hospitalizados após acidente vascular cerebral; 
Disponível em: http://www.pucsp.br/revistadisturbios/artigos/tipo_358.pdf
Carta aberta à família de um adulto Afásico
Disponível em: http://seremcena.org.br/afasia.shtml

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Aquisição e desenvolvimento da Linguagem

Por Dirlene Moreira (CRFª 7861/MG)*

      O desenvolvimento da Linguagem é um importante indicador do desenvolvimento global da criança. Mesmo antes de a criança dizer as primeiras palavras é possível perceber como anda este processo. 

A imitação dos sons emitidos pelos adultos, a responder com balbucios, palavras ou gestos, à fala do adulto, a atenção ao que é dito a ele e aos outros à sua volta, respostas motoras e/ou faciais às solicitações do adulto são alguns indícios deste processo. A partir destas experimentações a criança vai aos poucos aumentando seu domínio sobre as estruturas da lingua envolvidas nesta atividade e assim a linguagem vai sendo adquirida.

O adulto possui um importante papel na aquisição da linguagem pela criança, pois é ele que irá mediar a relação dela com as informações que recebe do meio, é ele que dá significado a estas informações, às suas emissões vocais, choros e outros comportamentos, tratando-o como interlocutor, permitindo assim que a criança possa aprender/apreender com ele aquilo que em breve fará sozinha. 


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Algumas orientações à família da pessoa com Afasia


  • Converse com o paciente sobre aspectos do dia a dia, como por exemplo, o que será feito no dia, quais atendimentos serão realizados, em que horários, sobre o que deseja comer, se o que esta comendo está bom, sobre programas que estejam assistindo, sobre fatos vividos, como viagens, aniversários, datas marcantes...
  • Ao se comunicar com o paciente, falar de forma clara, pausada, falando uma pessoa de cada vez;
  • Deixar que o paciente fale ou se expresse da maneira como for possível, não o interrompa, seja paciente, tenha calma e compreensão esforçando-se para compreender o que ele deseja dizer e se preciso ajudando-o, mas sem “falar por ele” o tempo todo;
  • Não comentar com outras pessoas sobre as dificuldades de comunicação do paciente na sua presença, isso pode desmotivá-lo a se comunicar;
  • Não chame a atenção para as dificuldades que apresenta (Não consegue isso? Não se lembra? Ah! Mas ele não se lembra nem disso...) 
  • Busque valorizar suas conquistas ainda que pequenas (Você está conseguindo ler e escrever... já está se lembrando disso...);
  • Encoraje o paciente a participar das atividades familiares para que não se sinta isolado do grupo;

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Brincadeira de Criança

Atividades físicas e brincadeiras ao ar livre são fundamentais para o desenvolvimento infantil saudável. 
A interação com outras crianças, pais e outras pessoas do convívio diário além de contribuir para uma vida mais ativa, também favorece as relações sociais, é uma ótima forma de gastar a energia característica da idade, e favorece também a aprendizagem.
Neste link http://msn.minhavida.com.br/conteudo/4147-tire-seu-filho-do-computador-com-nove-brincadeiras.htm?ordem=1#gal você encontra diversas sugestões de atividades para fazer com o seu filho!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O que você precisa saber sobre gagueira na infância


    
Durante o período de aquisição da linguagem é comum observar na fala das crianças algumas repetições, prolongamentos de sons e hesitações, isso acontece porque estão expandindo seu vocabulário e estrutura gramatical.

Estes sintomas costumam surgir entre os 2 a 4 anos, sendo possível surgirem até os sete anos de idade em alguns casos. Cerca de 80% das crianças irão superar espontaneamente este processo, que pode levar cerca de seis meses, sem a necessidade de uma intervenção formal.

Muitas vezes a orientação fonoaudiológica e a conscientização dos pais sobre os aspectos que devem ser modificados em relação à fala da criança são suficientes para superar estas dificuldades.

Entretanto, algumas crianças apresentam uma maior predisposição para que a gagueira persista. Portanto, se além de hesitações, a criança apresenta tensões e esforço para falar, sente-se frustrada com relação à sua fala, apresenta sinais de gagueira persistentes por mais de seis meses, presença de outras alterações de fala, possui familiares próximos que gaguejam, é importante procurar o auxílio de um fonoaudiólogo para uma avaliação e verificação das chances de melhora espontânea ou se existe possibilidades da gagueira se tornar permanente. 

É importante observar como seu filho reage ao perceber suas dificuldades, se fica irritado, desiste de continuar a conversa, se isola ou lida tranquilamente, às vezes nem percebe o que está acontecendo... 

Observe também a reação da família diante da gagueira, se fica ansiosa, demonstra preocupação, pede que a criança respire, pense no que deseja dizer o espera que a criança fale o que deseja dando atenção àquilo que ela diz e não ao modo como isso acontece...

Procure perceber em que momentos a gagueira está mais presente, se quando está ansiosa desejando contar algo que a deixou muito extasiada ou sempre que vai dizer algo...e se existe algum fator de estresse associado a essas dificuldades, como a separação dos pais, alguma mudança, gravidez da mãe...


Se as alterações na fala do seu filho estiverem associadas a alguns destes fatores é importante buscar uma avaliação fonoaudiológica. 

Diante destas dificuldades algumas atitudes podem favorecer a fluência da fala, por isso, escute com paciência o que seu filho tem a dizer. Mostre que você está prestando atenção ao que ele diz e não no modo como está falando. Não tente adivinhar ou completar sua fala;

Evite bombardear o seu filho com muitas perguntas. Ao invés disso faça comentários sobre o que seu filho disse, mostrando que você está prestando atenção.

Brinque de contar e representar histórias, utilizando entonação vocal adequada ao contexto, modificando sua voz de acordo com o personagem, fazendo suspense sobre os acontecimentos, caprichando na expressão facial e corporal.

Não diga ao seu filho para respirar e ter calma antes de começar a falar, estas atitudes aumentam a ansiedade e pioram os sintomas.  

Lembre-se que a intervenção precoce garante melhores resultados no tratamento.




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Falando de surdez

Hoje decidi compartilhar minha opinião sobre um texto que vocês podem ler neste endereço eletrônico: http://cronicasdasurdez.com/sobre-surdos-libras-acessibilidade-e-noticias-equivocadas-sobre-surdez/#comment-6512.
Achei o texto interessante, como fonoaudióloga tento sempre esclarecer às pessoas com que convivo sobre as particularidades e possibilidades de uma pessoa surda, sobre a possibilidade de oralização e escolarização formal… Acredito que devemos utilizar todos os recursos disponíveis para que a criança ou sujeito surdo desenvolva suas habilidades comunicativas podendo assim lançar mão da libras, da oralidade, da escrita, AASI, IC, leitura facial, mas principalmente devemos nos preocupar com a informação a todos que nos rodeiam. O acesso à escrita é sim algo precioso em nossa sociedade e isso não só em relação aos indivíduos surdos, a escrita abre muitas portas, nos oferece diferentes oportunidades, é uma importante ferramenta de inclusão social. Não posso deixar de apoiar o uso da libras e acredito que esta é sim muito importante no desenvolvimento do sujeito que como primeira língua possibilitará a aprendizagem da linguagem oral (para surdos usuários de aparelho auditivo ou implante coclear) e escrita. Atualmente com o teste da orelhinha que possibilita o diagnóstico precoce torna-se possível a intervenção precoce o que favorece o desenvolvimento da linguagem oral, porém devemos considerar que esta criança deverá aprender a lidar com esse mundo sonoro e que sua experiência neste mundo dos sons se dará em momento posterior àquelas crianças ouvintes que já são expostas aos sons desde a barriga da mãe… 
É preciso buscar sempre informação de qualidade e ter claro que o objetivo final é uma comunicação de qualidade, que permita ao individuo participar ativamente dos seus círculos sociais (família, escola, igreja, trabalho, etc…) e não apenas defender um ideal ou ponto de vista.
A LIBRAS possui uma estrutura linguística muito diferente da língua falada o que justifica a dificuldade que muitos surdos apresentam no momento da alfabetização e no seu trajeto de aprendizagem da língua escrita, mas existem profissionais capacitados para orientar e trabalhar com estas dificuldades, professores, fonoaudiólogos, psicopedagogos e outros profissionais da saúde e educação, todos podem ajudar para um desenvolvimento mais saudável.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dicas para o desenvolvimento saudável da comunicação





Converse com o seu filho, conte histórias, cante e brinque com ele, estas atitudes ajudam a desenvolver a sua linguagem!

Evite falar errado ou dizer coisas que não gostaria que seu filho dissesse próximo a ele, pois as crianças aprendem a falar à medida que ouvem os adultos e as outras crianças, mesmo que não estejam falando diretamente com ela!

Observe o seu filho! Veja se ele presta atenção quando falam com ele, se percebe sons como latidos de cachorro, barulho de carro, telefone, campainha. Observe se ele compreende quando pede que faça alguma coisa!

Lembre-se que a criança não fala como o adulto, sua fala acompanha o seu desenvolvimento, por isso alguns erros na fala podem ser comuns! Mas cuidado, pois alguns erros podem significar alterações auditivas! Na dúvida procure um profissional para orientá-lo!

A audição é muito importante para o desenvolvimento da linguagem e aprendizagem, por isso alguns cuidados são importantes como não amamentar a criança deitada, evitar a exposição da criança a mofo e poeira, cuidado com infecções de garganta e refluxo, pois tudo isso pode gerar quadros de otite!

Algumas crianças começam a falar mais cedo que outras, mas isso nem sempre é motivo de preocupação. Fique atento ao desenvolvimento de seu filho e em caso de dúvida procure um fonoaudiólogo!

É comum que durante o desenvolvimento da linguagem a criança apresente momentos de gagueira, se este for o caso do seu filho preste atenção ao que ele diz, com paciência, evite completar ou tentar adivinhar sua fala, isso acontece porque ele está aprendendo a falar e tende a ser superado naturalmente cerca de um ano após os primeiros sintomas. Se tiver dúvidas um fonoaudiólogo poderá lhe ajudar!

A respiração oral prejudica o rendimento escolar, pode alterar a fala e trazer alterações na arcada dentária e postura corporal, por isso fique atento à respiração de seu filho, se ele ronca muito, acorda com frequência para beber água, está sempre cansado e desatento pode ser alguns indícios de respiração oral, neste caso procure um otorrinolaringologista para verificar qual o motivo da respiração oral e o tratamento adequado! Quanto mais cedo menores serão as alterações e mais rápido será o tratamento!