quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Atendimento Fonoaudiológico Pós AVC



As incapacidades decorrentes do AVC afetam a vida do paciente e de seus familiares mais próximos.

Entre elas está a Afasia, a perda da comunicação decorrente de uma lesão cerebral causada em certas porções do cérebro que controlam as habilidades da linguagem como ler, escrever, entender, falar ou calcular números, comprometendo a expressão e/ou a compreensão da linguagem, em maior ou menor grau.
O tratamento fonoaudiológico irá auxiliar o paciente na reconstituição da sua linguagem, garantindo a ele e à sua família maior qualidade de vida.


Mais informações aqui:
http://fonoemfoco.blogspot.com.br/2010/05/terapia-fonoaudiologica-apos-avcave.html
http://fonoemfoco.blogspot.com.br/2012/06/algumas-orientacoes-familia-do-sujeito.html


Referências: 

Avaliação de linguagem e de deglutição de pacientes hospitalizados após acidente vascular cerebral; 
Disponível em: http://www.pucsp.br/revistadisturbios/artigos/tipo_358.pdf
Carta aberta à família de um adulto Afásico
Disponível em: http://seremcena.org.br/afasia.shtml

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Aquisição e desenvolvimento da Linguagem

Por Dirlene Moreira (CRFª 7861/MG)*

      O desenvolvimento da Linguagem é um importante indicador do desenvolvimento global da criança. Mesmo antes de a criança dizer as primeiras palavras é possível perceber como anda este processo. 

A imitação dos sons emitidos pelos adultos, a responder com balbucios, palavras ou gestos, à fala do adulto, a atenção ao que é dito a ele e aos outros à sua volta, respostas motoras e/ou faciais às solicitações do adulto são alguns indícios deste processo. A partir destas experimentações a criança vai aos poucos aumentando seu domínio sobre as estruturas da lingua envolvidas nesta atividade e assim a linguagem vai sendo adquirida.

O adulto possui um importante papel na aquisição da linguagem pela criança, pois é ele que irá mediar a relação dela com as informações que recebe do meio, é ele que dá significado a estas informações, às suas emissões vocais, choros e outros comportamentos, tratando-o como interlocutor, permitindo assim que a criança possa aprender/apreender com ele aquilo que em breve fará sozinha. 


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Algumas orientações à família da pessoa com Afasia


  • Converse com o paciente sobre aspectos do dia a dia, como por exemplo, o que será feito no dia, quais atendimentos serão realizados, em que horários, sobre o que deseja comer, se o que esta comendo está bom, sobre programas que estejam assistindo, sobre fatos vividos, como viagens, aniversários, datas marcantes...
  • Ao se comunicar com o paciente, falar de forma clara, pausada, falando uma pessoa de cada vez;
  • Deixar que o paciente fale ou se expresse da maneira como for possível, não o interrompa, seja paciente, tenha calma e compreensão esforçando-se para compreender o que ele deseja dizer e se preciso ajudando-o, mas sem “falar por ele” o tempo todo;
  • Não comentar com outras pessoas sobre as dificuldades de comunicação do paciente na sua presença, isso pode desmotivá-lo a se comunicar;
  • Não chame a atenção para as dificuldades que apresenta (Não consegue isso? Não se lembra? Ah! Mas ele não se lembra nem disso...) 
  • Busque valorizar suas conquistas ainda que pequenas (Você está conseguindo ler e escrever... já está se lembrando disso...);
  • Encoraje o paciente a participar das atividades familiares para que não se sinta isolado do grupo;