domingo, 25 de maio de 2014

Meu filho tem 2 anos e ainda não fala, isso é normal?


As primeiras palavras surgem por volta de 1 ano a 1 e meio. Em geral são palavras importantes para a criança, frequentes em seu cotidiano como mamãe, papai, vovó... Por volta dos 18 a 24 meses a criança já é capaz de dizer cerca de 50 palavras.  

Por isso, se aos dois anos o seu filho ainda não fala, ou fala muito pouco, é importante procurar a orientação de um fonoaudiólogo especialista em Linguagem para que seja investigada a causa deste atraso e avaliar a necessidade de iniciar uma intervenção precoce. 


domingo, 18 de maio de 2014

Contextos sociais e Desenvolvimento da Linguagem

Há alguns dias enquanto aguardava uma colega de trabalho em frente a uma cafeteria me chamou a atenção a voz de um pai conversando com seu filho: 

- "Olha filho, o macaco!" 


O menino estava nos ombros do pai, e procurava pelo tal macaco. Não segurei a curiosidade e rapidamente olhei para onde o pai apontava. O pai, de forma paciente, continuou apontando para os fios de energia elétrica, onde um macaquinho, um mico eu acho, andava.

Esse episódio me fez pensar sobre o quanto essas situações do dia a dia, em que criança e adulto tem um foco de atenção compartilhada e podem conversar sobre um contexto específico são fundamentais ao desenvolvimento de linguagem infantil. 



sábado, 26 de abril de 2014

Animal Farm Memory - Memória, Percepção auditiva e Vocabulário


Há algum tempo decidi iniciar uma sessão no blog com ideias de jogos e brincadeiras e hoje resolvi compartilhar minhas impressões sobre o jogo Animal Farm Memory. 

Como o próprio nome diz, um jogo da memória com o tema de animais da fazenda que além de estimular concentração e memória como num jogo da memoria tradicional, permite trabalhar o vocabulário infantil. 

Ao encontrar o "par correto" o jogo reproduz o som do animal, o que é uma forma interessante de estimular a percepção auditiva da criança. 


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Autismo e Fonoaudiologia




Devido às grandes dificuldades comunicativas das crianças com Autismo, especialmente no desenvolvimento da linguagem, a intervenção fonoaudiológica é imprescindível para o tratamento precoce dessas crianças.
Os objetivos da intervenção fonoaudiológica variam  de acordo com as características de cada criança, mas de uma forma geral busca ampliar a funcionalidade da comunicação, aumentar a freqüência dos comportamentos comunicativos intencionais, estimular a compreensão e a expressão verbal, proporcionar novos contextos de comunicação e auxiliar na inclusão da criança na escola e na sociedade.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Atendimento Fonoaudiológico a Pacientes em Reabilitação Ortodôntica

Ortodontia e Fonoaudiologia – Quando esta parceria se faz necessária



A Ortodontia e a Fonoaudiologia trabalham em conjunto, quando as alterações das funções orofaciais estão, de alguma forma, interferindo no posicionamento dos dentes ou também para a retirada de hábitos bucais parafuncionais. 
Em Ortodontia, a duração da força é um fator mais importante que a intensidade. Pressões suaves e contínuas são mais eficazes na mobilização dos dentes que forças intensas e breves. Portanto, a força da língua e dos lábios é um fator que atua diretamente na oclusão dental. 
O fonoaudiólogo então irá trabalhar a "função" em busca de uma maior harmonia e restabelecimento das funções orofaciais com adequação dos órgãos fono articulatórios enquanto o ortodontista trabalha a "forma".

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Atendimento Fonoaudiológico Pós AVC



As incapacidades decorrentes do AVC afetam a vida do paciente e de seus familiares mais próximos.

Entre elas está a Afasia, a perda da comunicação decorrente de uma lesão cerebral causada em certas porções do cérebro que controlam as habilidades da linguagem como ler, escrever, entender, falar ou calcular números, comprometendo a expressão e/ou a compreensão da linguagem, em maior ou menor grau.
O tratamento fonoaudiológico irá auxiliar o paciente na reconstituição da sua linguagem, garantindo a ele e à sua família maior qualidade de vida.


Mais informações aqui:
http://fonoemfoco.blogspot.com.br/2010/05/terapia-fonoaudiologica-apos-avcave.html
http://fonoemfoco.blogspot.com.br/2012/06/algumas-orientacoes-familia-do-sujeito.html


Referências: 

Avaliação de linguagem e de deglutição de pacientes hospitalizados após acidente vascular cerebral; 
Disponível em: http://www.pucsp.br/revistadisturbios/artigos/tipo_358.pdf
Carta aberta à família de um adulto Afásico
Disponível em: http://seremcena.org.br/afasia.shtml

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Aquisição e desenvolvimento da Linguagem

Por Dirlene Moreira (CRFª 7861/MG)*

      O desenvolvimento da Linguagem é um importante indicador do desenvolvimento global da criança. Mesmo antes de a criança dizer as primeiras palavras é possível perceber como anda este processo. 

A imitação dos sons emitidos pelos adultos, a responder com balbucios, palavras ou gestos, à fala do adulto, a atenção ao que é dito a ele e aos outros à sua volta, respostas motoras e/ou faciais às solicitações do adulto são alguns indícios deste processo. A partir destas experimentações a criança vai aos poucos aumentando seu domínio sobre as estruturas da lingua envolvidas nesta atividade e assim a linguagem vai sendo adquirida.

O adulto possui um importante papel na aquisição da linguagem pela criança, pois é ele que irá mediar a relação dela com as informações que recebe do meio, é ele que dá significado a estas informações, às suas emissões vocais, choros e outros comportamentos, tratando-o como interlocutor, permitindo assim que a criança possa aprender/apreender com ele aquilo que em breve fará sozinha. 


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Algumas orientações à família da pessoa com Afasia


  • Converse com o paciente sobre aspectos do dia a dia, como por exemplo, o que será feito no dia, quais atendimentos serão realizados, em que horários, sobre o que deseja comer, se o que esta comendo está bom, sobre programas que estejam assistindo, sobre fatos vividos, como viagens, aniversários, datas marcantes...
  • Ao se comunicar com o paciente, falar de forma clara, pausada, falando uma pessoa de cada vez;
  • Deixar que o paciente fale ou se expresse da maneira como for possível, não o interrompa, seja paciente, tenha calma e compreensão esforçando-se para compreender o que ele deseja dizer e se preciso ajudando-o, mas sem “falar por ele” o tempo todo;
  • Não comentar com outras pessoas sobre as dificuldades de comunicação do paciente na sua presença, isso pode desmotivá-lo a se comunicar;
  • Não chame a atenção para as dificuldades que apresenta (Não consegue isso? Não se lembra? Ah! Mas ele não se lembra nem disso...) 
  • Busque valorizar suas conquistas ainda que pequenas (Você está conseguindo ler e escrever... já está se lembrando disso...);
  • Encoraje o paciente a participar das atividades familiares para que não se sinta isolado do grupo;

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dia Mundial da Conscientização do Autismo II


Dia Mundial da Conscientização do Autismo


Algumas dicas para estimular o desenvolvimento da criança com Autismo http://www.minhavida.com.br/conteudo/14958-estimule-o-desenvolvimento-da-crianca-com-autismo.htm

Brincadeira de Criança

Atividades físicas e brincadeiras ao ar livre são fundamentais para o desenvolvimento infantil saudável. 
A interação com outras crianças, pais e outras pessoas do convívio diário além de contribuir para uma vida mais ativa, também favorece as relações sociais, é uma ótima forma de gastar a energia característica da idade, e favorece também a aprendizagem.
Neste link http://msn.minhavida.com.br/conteudo/4147-tire-seu-filho-do-computador-com-nove-brincadeiras.htm?ordem=1#gal você encontra diversas sugestões de atividades para fazer com o seu filho!

quinta-feira, 29 de março de 2012

LIBRAS

Para aqueles que se interessam por LIBRAS, conhece alguém que se comunica através desta língua ou apenas gostaria de conhecer um pouco mais sobre ela o site http://www.acessobrasil.org.br/libras/ tem um dicionario online onde você digita a palavra desejada e o sistema oferece algumas definições e um vídeo com o sinal da palavra em LIBRAS.

Eu adorei!

E você, o que sabe sobre a Língua Brasileira de Sinais?

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Chupeta: Vilã ou mocinha?



O uso da chupeta é um tema polêmico! 

Diversos estudos falam sobre  a interferência deste objeto no desenvolvimento da arcada dentária, no modo respiratório e na fala da criança. Outros autores defendem o uso da chupeta por ser um objeto capaz de acalmar o bebê. O que fazer então diante disso?

Primeiramente é preciso ter bom senso! A chupeta pode sim ser usada desde que seu tamanho esteja adequado à idade da criança e o seu formato tenha o menor impacto sobre a dentição (prefira as ortodônticas). 

Não deve ser usado por um longo período durante o dia, mas sim para acalmar a criança e permitir que ela se “organize” emocionalmente através da sensação de prazer gerada pelo ato de sugar,principalmente na ausência da mãe.

O uso da chupeta deve ser retirado aos poucos à medida que a criança cresce, se desenvolve e econtra outras formas de se satisfazer. 

O Bebê tem uma necessidade fisiológica de sucção (seja no peito, chupeta, dedo ou mamadeira) essa necessidade diminui à medida que ele cresce e se desenvolve por isso a oferta da chupeta deve ser também reduzida.


E você o que tem a dizer sobre isso? Deixe aqui a sua opinião!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O que você precisa saber sobre gagueira na infância


    
Durante o período de aquisição da linguagem é comum observar na fala das crianças algumas repetições, prolongamentos de sons e hesitações, isso acontece porque estão expandindo seu vocabulário e estrutura gramatical.

Estes sintomas costumam surgir entre os 2 a 4 anos, sendo possível surgirem até os sete anos de idade em alguns casos. Cerca de 80% das crianças irão superar espontaneamente este processo, que pode levar cerca de seis meses, sem a necessidade de uma intervenção formal.

Muitas vezes a orientação fonoaudiológica e a conscientização dos pais sobre os aspectos que devem ser modificados em relação à fala da criança são suficientes para superar estas dificuldades.

Entretanto, algumas crianças apresentam uma maior predisposição para que a gagueira persista. Portanto, se além de hesitações, a criança apresenta tensões e esforço para falar, sente-se frustrada com relação à sua fala, apresenta sinais de gagueira persistentes por mais de seis meses, presença de outras alterações de fala, possui familiares próximos que gaguejam, é importante procurar o auxílio de um fonoaudiólogo para uma avaliação e verificação das chances de melhora espontânea ou se existe possibilidades da gagueira se tornar permanente. 

É importante observar como seu filho reage ao perceber suas dificuldades, se fica irritado, desiste de continuar a conversa, se isola ou lida tranquilamente, às vezes nem percebe o que está acontecendo... 

Observe também a reação da família diante da gagueira, se fica ansiosa, demonstra preocupação, pede que a criança respire, pense no que deseja dizer o espera que a criança fale o que deseja dando atenção àquilo que ela diz e não ao modo como isso acontece...

Procure perceber em que momentos a gagueira está mais presente, se quando está ansiosa desejando contar algo que a deixou muito extasiada ou sempre que vai dizer algo...e se existe algum fator de estresse associado a essas dificuldades, como a separação dos pais, alguma mudança, gravidez da mãe...


Se as alterações na fala do seu filho estiverem associadas a alguns destes fatores é importante buscar uma avaliação fonoaudiológica. 

Diante destas dificuldades algumas atitudes podem favorecer a fluência da fala, por isso, escute com paciência o que seu filho tem a dizer. Mostre que você está prestando atenção ao que ele diz e não no modo como está falando. Não tente adivinhar ou completar sua fala;

Evite bombardear o seu filho com muitas perguntas. Ao invés disso faça comentários sobre o que seu filho disse, mostrando que você está prestando atenção.

Brinque de contar e representar histórias, utilizando entonação vocal adequada ao contexto, modificando sua voz de acordo com o personagem, fazendo suspense sobre os acontecimentos, caprichando na expressão facial e corporal.

Não diga ao seu filho para respirar e ter calma antes de começar a falar, estas atitudes aumentam a ansiedade e pioram os sintomas.  

Lembre-se que a intervenção precoce garante melhores resultados no tratamento.




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Falando de surdez

Hoje decidi compartilhar minha opinião sobre um texto que vocês podem ler neste endereço eletrônico: http://cronicasdasurdez.com/sobre-surdos-libras-acessibilidade-e-noticias-equivocadas-sobre-surdez/#comment-6512.
Achei o texto interessante, como fonoaudióloga tento sempre esclarecer às pessoas com que convivo sobre as particularidades e possibilidades de uma pessoa surda, sobre a possibilidade de oralização e escolarização formal… Acredito que devemos utilizar todos os recursos disponíveis para que a criança ou sujeito surdo desenvolva suas habilidades comunicativas podendo assim lançar mão da libras, da oralidade, da escrita, AASI, IC, leitura facial, mas principalmente devemos nos preocupar com a informação a todos que nos rodeiam. O acesso à escrita é sim algo precioso em nossa sociedade e isso não só em relação aos indivíduos surdos, a escrita abre muitas portas, nos oferece diferentes oportunidades, é uma importante ferramenta de inclusão social. Não posso deixar de apoiar o uso da libras e acredito que esta é sim muito importante no desenvolvimento do sujeito que como primeira língua possibilitará a aprendizagem da linguagem oral (para surdos usuários de aparelho auditivo ou implante coclear) e escrita. Atualmente com o teste da orelhinha que possibilita o diagnóstico precoce torna-se possível a intervenção precoce o que favorece o desenvolvimento da linguagem oral, porém devemos considerar que esta criança deverá aprender a lidar com esse mundo sonoro e que sua experiência neste mundo dos sons se dará em momento posterior àquelas crianças ouvintes que já são expostas aos sons desde a barriga da mãe… 
É preciso buscar sempre informação de qualidade e ter claro que o objetivo final é uma comunicação de qualidade, que permita ao individuo participar ativamente dos seus círculos sociais (família, escola, igreja, trabalho, etc…) e não apenas defender um ideal ou ponto de vista.
A LIBRAS possui uma estrutura linguística muito diferente da língua falada o que justifica a dificuldade que muitos surdos apresentam no momento da alfabetização e no seu trajeto de aprendizagem da língua escrita, mas existem profissionais capacitados para orientar e trabalhar com estas dificuldades, professores, fonoaudiólogos, psicopedagogos e outros profissionais da saúde e educação, todos podem ajudar para um desenvolvimento mais saudável.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A voz que ensina

O professor utiliza a sua voz para ensinar, controlar os alunos, mostrar atenção e carinho. Seu principal instrumento de trabalho é a voz. Suas posturas e atitudes, sua qualidade vocal e expressão não verbal podem interferir de maneira positiva ou negativa no interesse e participação dos alunos durante as aulas. 

Devido à grande demanda vocal, à carga horária intensa, às turmas numerosas e condições de trabalho desfavoráveis, aliados à falta de conhecimento técnico sobre o uso da voz, os problemas vocais em professores são muito frequentes e exigem um auxílio especializado. 

Na maioria das vezes, o desgaste vocal acontece lentamente e de maneira gradual e muitos sintomas iniciais podem não produzir modificações perceptíveis. As queixas vocais mais comuns entre estes profissionais são rouquidão, dor e ardor na garganta, cansaço, sensação de sequidão e corpo estranho na região do trato vocal, além de falhas na voz.

Alguns fatores como estresse, quadros alérgicos, condições de trabalho inadequadas, gripes e resfriados, fumo, álcool, hábito de falar muito alto e por tempo prolongado, tem um impacto extremamente negativo sobre a voz. 

As alterações vocais em professores estão, na maioria das vezes, relacionadas ao funcionamento vocal, sendo assim necessário que estes profissionais recebam informações e orientações quanto ao uso da voz e alguns conhecimentos básicos sobre como se dá o seu funcionamento e cuidados necessários para manter uma voz saudável prevenindo possíveis alterações. 

Devido à falta de informações a respeito da voz, muitos professores só tomam consciência da importância desta como instrumento de trabalho e na sua vida pessoal quando começam os primeiros sintomas como sinais de fadiga, falhas na emissão, ou até mesmo depois de já ter uma patologia vocal instalada, como é o caso dos nódulos vocais, popularmente conhecidos como calos vocais, que podem ser prevenidos desde que tomados os devidos cuidados.

Alguns hábitos diários podem favorecer a saúde vocal como ter uma alimentação saudável e equilibrada, evitando alimentos muito gordurosos ou condimentados e alimentos e bebidas muito quentes ou muito geladas, manter sempre uma garrafinha de água ao alcance das mãos, praticar atividades físicas regulares, alongar a musculatura do pescoço, tronco e ombros, agasalhar-se adequadamente em dias frios, protegendo-se de correntes de ar contínuas, evitar falar por longos períodos e em alta intensidade, principalmente em ambientes muito secos, expostos ao ar condicionado, evitar o uso de cigarro e bebidas alcóolicas, não utilizar medicamentos sem orientação médica, evitar soluções caseiras como mascar gengibre, evitar chocolates, leite e seus derivados antes das aulas, pois estes alimentos aumentam as secreções no trato vocal, provoncando pigarros e comprometendo a qualidade vocal.

Deve-se também evitar tossir, pigarrear ou raspar a garganta, que geram um atrito muito grande entre as pregas vocais podendo machucá-las. A maçã é uma importante aliada na limpeza do trato vocal, assim comer uma maçã durante ou após as refeições contribui também para uma voz mais saudável; incluir atividades que envolvam a participação dos alunos, seja na leitura oral de um texto, atividades em grupo e ainda recursos visuais durante as aulas também podem ser boas estratégias para poupar a voz do professor.

É fundamental que o professor procure manter uma postura ereta, falar sempre de frente para a classe e não direcionado para o quadro, seus gestos devem agir como complemento à sua fala e não devem ser exagerados demais.

Articular bem as palavras, ter uma boa entonação e projeção vocal, locomover-se pela sala de aula e/ou posicionar-se mais ao centro da sala permite que os alunos ouçam melhor o que é dito pelo professor evitando assim que ele necessite falar em alta intensidade, além de auxiliar o professor a prender a atenção do aluno e consequentemente cansar menos a sua voz.

Ao adotar estas estratégias o professor torna sua aula mais dinâmica, favorece a atenção e interesse dos alunos e consequentemente torna-a menos cansativa para o aluno e para o professor.

É importante o professor observar quais mudanças podem ser aplicadas ao seu dia a dia e se necessário, procurar um otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo que são os profissionais capacitados para esclarecer suas dúvidas e ajudá-lo a encontrar soluções para as situações problema relacionadas à sua voz, lembrando que a prevenção é sempre a melhor opção.





Artigo publicado no jornal Folha de Contagem por Dirlene Moreira
http://www.folhadecontagem.com.br/portal/index.php/edicoes-da-semana-2011/270-edicao-668-14-a-20102011/4727-artigo-edicao-668-14-a-20102011-a-voz-que-ensina.html

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Dicas para melhorar sua comunicação

  • Observe a comunicação das pessoas que convivem com você e de profissionais da comunicação (palestrantes, atores, jornalistas, apresentadores), perceba seus pontos fracos e também aquilo que você considera positivo e gostaria de fazer
  • Observe também a sua comunicação, o que você gostaria de modificar e o que gostaria de manter como está.
  • Aproveite as conversas informais e bate papo com os amigos para exercitar a sua comunicação, dê a sua opinião, conte sobre algo que aconteceu com você, sempre utilizando um tom de voz e intensidade de fala adequados ao ambiente e contexto
  • Exercite sua comunicação na sala de aula, faça perguntas ao professor utilizando um tom de voz adequado, controle a intensidade de fala para que todos ouçam a sua dúvida ou questionamento, articule bem as palavras para melhorar a clareza da sua fala, fale olhando para o professor ou pessoa a quem se dirig
  • Respire fundo sempre que for falar sobre algo, fazer questionamentos, lembre-se que uma boa respiração permite uma voz mais segura e com melhor intensidade além de aliviar a tensão e ansiedade.
  • Crie o hábito de ler algum texto em voz alta prestando atenção em características como tom de voz, intensidade e velocidade de fala, modulação, ênfase e articulação das palavras
  • Grave sua voz ao ler um texto ou em uma conversa do dia a dia e analise-se depois, veja como esta a intensidade de as fala, sua respiração, velocidade, articulação...