segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dia Mundial da Conscientização do Autismo II


Dia Mundial da Conscientização do Autismo


Algumas dicas para estimular o desenvolvimento da criança com Autismo http://www.minhavida.com.br/conteudo/14958-estimule-o-desenvolvimento-da-crianca-com-autismo.htm

Brincadeira de Criança

Atividades físicas são fundamentais para o desenvolvimento infantil saudável. A interação com outras crianças, pais e outras pessoas do convívio diário além de contribuir para uma vida mais ativa, também favorece as relações sociais destas crianças e é ainda uma ótima alternativa para gastar a energia característica da idade, e favorece também a aprendizagem. 
Neste link http://msn.minhavida.com.br/conteudo/4147-tire-seu-filho-do-computador-com-nove-brincadeiras.htm?ordem=1#gal você encontra diversas sugestões de atividades para fazer com o seu filho!

quinta-feira, 29 de março de 2012

LIBRAS

Para aqueles que se interessam por LIBRAS, conhece alguém que se comunica através desta língua ou apenas gostaria de conhecer um pouco mais sobre ela o site http://www.acessobrasil.org.br/libras/ tem um dicionario online onde você digita a palavra desejada e o sistema oferece algumas definições e um vídeo com o sinal da palavra em LIBRAS.

Eu adorei!

E você, o que sabe sobre a Língua Brasileira de Sinais?

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Chupeta: Vilã ou mocinha?



O uso da chupeta é um tema polêmico! 

Diversos estudos falam sobre  a interferência deste objeto no desenvolvimento da arcada dentária, no modo respiratório e na fala da criança. Outros autores defendem o uso da chupeta por ser um objeto capaz de acalmar o bebê. O que fazer então diante disso?

Primeiramente é preciso ter bom senso! A chupeta pode sim ser usada desde que seu tamanho esteja adequado à idade da criança e o seu formato tenha o menor impacto sobre a dentição (prefira as ortodônticas). 

Não deve ser usado por um longo período durante o dia, mas sim para acalmar a criança e permitir que ela se “organize” emocionalmente através da sensação de prazer gerada pelo ato de sugar,principalmente na ausência da mãe.

O uso da chupeta deve ser retirado aos poucos à medida que a criança cresce, se desenvolve e econtra outras formas de se satisfazer. 

O Bebê tem uma necessidade fisiológica de sucção (seja no peito, chupeta, dedo ou mamadeira) essa necessidade diminui à medida que ele cresce e se desenvolve por isso a oferta da chupeta deve ser também reduzida.


E você o que tem a dizer sobre isso? Deixe aqui a sua opinião!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O que você precisa saber sobre gagueira na infância


        A gagueira infantil corresponde na maioria das vezes à gagueira do desenvolvimento pois o surgimento dos primeiros sintomas coincide com a época em que a criança está adquirindo e desenvolvendo a sua linguagem, em torno dos 2 a 4 anos, sendo possível surgirem os primeiros sintomas até os sete anos de idade em alguns casos.
       Uma das grandes dificuldades em relação a este tipo de sintoma é determinar o que é normal e o que representa de fato uma alteração do desenvolvimento.
         Cerca de 80% das crianças que apresentam algum tipo de disfluência na infância superam estas dificuldades sem a necessidade de uma intervenção profissional. Entretando, algumas crianças apresentam uma maior predisposição para que a gagueira persista.
         Para determinar se a criança está passando por um processo natural de aquisição de fala e linguagem, ou se existem maiores chances destas alterações persistirem e caracterizar um quadro de gagueira é preciso procurar por um fonoaudiólogo que irá avaliar e orientar adequadamente à família e se necessário iniciar uma intervenção precoce.
         Se as alterações na fala perduram por mais de seis meses, se há alguém na família que gagueja, se a criança for do sexo masculino, se apresenta outras alterações de fala, se apresentou alguma complicação de saúde anteriormente, se apresenta tensão ao falar é preciso ficar alerta.
         É importante observar também:
Como a criança reage ao perceber estas dificuldades? Fica irritada, desiste de continuar a conversa, se isola o lida tranquilamente, às vezes nem percebe o que está acontecendo...
Como a família reage diante da gagueira da criança? Fica ansiosa, demonstra preocupação, pede que a criança respire, pense no que deseja dizer o espera que a criança fale o que deseja dando atenção àquilo que ela diz e não ao modo como isso acontece...
Existe algum fator de estresse associado à essas dificuldades? Separação dos pais, alguma mudança, gravidez da mãe...
Em que momentos esta criança apresenta tais rupturas? Quando está ansiosa desejando contar algo que a deixou muito extasiada ou sempre que vai dizer algo...
Como esta criança se relaciona com as outras pessoas? É muito tímida, introvertida, ansiosa, irritada ou interage bem com as outras pessoas?
Como é a rotina da família? Muito agitada ou há tempo para conversar e brincar com a criança...
         É claro que apenas um destes fatores não é o suficiente para caracterizar m quadro de gagueira mas a associação destes pode ser um alerta importante. Se as alterações na fala do seu filho estiverem associadas a alguns destes fatores é importante buscar uma avaliação fonoaudiológica o mais rápido possível pois a intervenção precoce garante melhores resultados no tratamento.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Falando de surdez

Hoje decidi compartilhar minha opinião sobre um texto que vocês podem ler neste endereço eletrônico: http://cronicasdasurdez.com/sobre-surdos-libras-acessibilidade-e-noticias-equivocadas-sobre-surdez/#comment-6512.
Achei o texto interessante, como fonoaudióloga tento sempre esclarecer às pessoas com que convivo sobre as particularidades e possibilidades de uma pessoa surda, sobre a possibilidade de oralização e escolarização formal… Acredito que devemos utilizar todos os recursos disponíveis para que a criança ou sujeito surdo desenvolva suas habilidades comunicativas podendo assim lançar mão da libras, da oralidade, da escrita, AASI, IC, leitura facial, mas principalmente devemos nos preocupar com a informação a todos que nos rodeiam. O acesso à escrita é sim algo precioso em nossa sociedade e isso não só em relação aos indivíduos surdos, a escrita abre muitas portas, nos oferece diferentes oportunidades, é uma importante ferramenta de inclusão social. Não posso deixar de apoiar o uso da libras e acredito que esta é sim muito importante no desenvolvimento do sujeito que como primeira língua possibilitará a aprendizagem da linguagem oral (para surdos usuários de aparelho auditivo ou implante coclear) e escrita. Atualmente com o teste da orelhinha que possibilita o diagnóstico precoce torna-se possível a intervenção precoce o que favorece o desenvolvimento da linguagem oral, porém devemos considerar que esta criança deverá aprender a lidar com esse mundo sonoro e que sua experiência neste mundo dos sons se dará em momento posterior àquelas crianças ouvintes que já são expostas aos sons desde a barriga da mãe… 
É preciso buscar sempre informação de qualidade e ter claro que o objetivo final é uma comunicação de qualidade, que permita ao individuo participar ativamente dos seus círculos sociais (família, escola, igreja, trabalho, etc…) e não apenas defender um ideal ou ponto de vista.
A LIBRAS possui uma estrutura linguística muito diferente da língua falada o que justifica a dificuldade que muitos surdos apresentam no momento da alfabetização e no seu trajeto de aprendizagem da língua escrita, mas existem profissionais capacitados para orientar e trabalhar com estas dificuldades, professores, fonoaudiólogos, psicopedagogos e outros profissionais da saúde e educação, todos podem ajudar para um desenvolvimento mais saudável.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A voz que ensina

O professor utiliza a sua voz para ensinar, controlar os alunos, mostrar atenção e carinho. Seu principal instrumento de trabalho é a voz. Suas posturas e atitudes, sua qualidade vocal e expressão não verbal podem interferir de maneira positiva ou negativa no interesse e participação dos alunos durante as aulas. 

Devido à grande demanda vocal, à carga horária intensa, às turmas numerosas e condições de trabalho desfavoráveis, aliados à falta de conhecimento técnico sobre o uso da voz, os problemas vocais em professores são muito frequentes e exigem um auxílio especializado. 

Na maioria das vezes, o desgaste vocal acontece lentamente e de maneira gradual e muitos sintomas iniciais podem não produzir modificações perceptíveis. As queixas vocais mais comuns entre estes profissionais são rouquidão, dor e ardor na garganta, cansaço, sensação de sequidão e corpo estranho na região do trato vocal, além de falhas na voz.

Alguns fatores como estresse, quadros alérgicos, condições de trabalho inadequadas, gripes e resfriados, fumo, álcool, hábito de falar muito alto e por tempo prolongado, tem um impacto extremamente negativo sobre a voz. 

As alterações vocais em professores estão, na maioria das vezes, relacionadas ao funcionamento vocal, sendo assim necessário que estes profissionais recebam informações e orientações quanto ao uso da voz e alguns conhecimentos básicos sobre como se dá o seu funcionamento e cuidados necessários para manter uma voz saudável prevenindo possíveis alterações. 

Devido à falta de informações a respeito da voz, muitos professores só tomam consciência da importância desta como instrumento de trabalho e na sua vida pessoal quando começam os primeiros sintomas como sinais de fadiga, falhas na emissão, ou até mesmo depois de já ter uma patologia vocal instalada, como é o caso dos nódulos vocais, popularmente conhecidos como calos vocais, que podem ser prevenidos desde que tomados os devidos cuidados.

Alguns hábitos diários podem favorecer a saúde vocal como ter uma alimentação saudável e equilibrada, evitando alimentos muito gordurosos ou condimentados e alimentos e bebidas muito quentes ou muito geladas, manter sempre uma garrafinha de água ao alcance das mãos, praticar atividades físicas regulares, alongar a musculatura do pescoço, tronco e ombros, agasalhar-se adequadamente em dias frios, protegendo-se de correntes de ar contínuas, evitar falar por longos períodos e em alta intensidade, principalmente em ambientes muito secos, expostos ao ar condicionado, evitar o uso de cigarro e bebidas alcóolicas, não utilizar medicamentos sem orientação médica, evitar soluções caseiras como mascar gengibre, evitar chocolates, leite e seus derivados antes das aulas, pois estes alimentos aumentam as secreções no trato vocal, provoncando pigarros e comprometendo a qualidade vocal.

Deve-se também evitar tossir, pigarrear ou raspar a garganta, que geram um atrito muito grande entre as pregas vocais podendo machucá-las. A maçã é uma importante aliada na limpeza do trato vocal, assim comer uma maçã durante ou após as refeições contribui também para uma voz mais saudável; incluir atividades que envolvam a participação dos alunos, seja na leitura oral de um texto, atividades em grupo e ainda recursos visuais durante as aulas também podem ser boas estratégias para poupar a voz do professor.

É fundamental que o professor procure manter uma postura ereta, falar sempre de frente para a classe e não direcionado para o quadro, seus gestos devem agir como complemento à sua fala e não devem ser exagerados demais.

Articular bem as palavras, ter uma boa entonação e projeção vocal, locomover-se pela sala de aula e/ou posicionar-se mais ao centro da sala permite que os alunos ouçam melhor o que é dito pelo professor evitando assim que ele necessite falar em alta intensidade, além de auxiliar o professor a prender a atenção do aluno e consequentemente cansar menos a sua voz.

Ao adotar estas estratégias o professor torna sua aula mais dinâmica, favorece a atenção e interesse dos alunos e consequentemente torna-a menos cansativa para o aluno e para o professor.

É importante o professor observar quais mudanças podem ser aplicadas ao seu dia a dia e se necessário, procurar um otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo que são os profissionais capacitados para esclarecer suas dúvidas e ajudá-lo a encontrar soluções para as situações problema relacionadas à sua voz, lembrando que a prevenção é sempre a melhor opção.





Artigo publicado no jornal Folha de Contagem por Dirlene Moreira
http://www.folhadecontagem.com.br/portal/index.php/edicoes-da-semana-2011/270-edicao-668-14-a-20102011/4727-artigo-edicao-668-14-a-20102011-a-voz-que-ensina.html

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Dicas para melhorar sua comunicação

  • Observe a comunicação das pessoas que convivem com você e de profissionais da comunicação (palestrantes, atores, jornalistas, apresentadores), perceba seus pontos fracos e também aquilo que você considera positivo e gostaria de fazer
  • Observe também a sua comunicação, o que você gostaria de modificar e o que gostaria de manter como está.
  • Aproveite as conversas informais e bate papo com os amigos para exercitar a sua comunicação, dê a sua opinião, conte sobre algo que aconteceu com você, sempre utilizando um tom de voz e intensidade de fala adequados ao ambiente e contexto
  • Exercite sua comunicação na sala de aula, faça perguntas ao professor utilizando um tom de voz adequado, controle a intensidade de fala para que todos ouçam a sua dúvida ou questionamento, articule bem as palavras para melhorar a clareza da sua fala, fale olhando para o professor ou pessoa a quem se dirig
  • Respire fundo sempre que for falar sobre algo, fazer questionamentos, lembre-se que uma boa respiração permite uma voz mais segura e com melhor intensidade além de aliviar a tensão e ansiedade.
  • Crie o hábito de ler algum texto em voz alta prestando atenção em características como tom de voz, intensidade e velocidade de fala, modulação, ênfase e articulação das palavras
  • Grave sua voz ao ler um texto ou em uma conversa do dia a dia e analise-se depois, veja como esta a intensidade de as fala, sua respiração, velocidade, articulação...